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Porque foi, aos 16 anos, que...

sábado, 14 de maio de 2011




Foi, aos 16 anos, que eu aprendi a viver intensamente, que eu descobri o meu valor e que era, através desse valor, que eu tinha que seguir tendo em mente o que eu pensava sobre tudo, sobre todos. Foi, aos 16 anos, que eu percebi que existem pessoas ruins e que eu deveria me adaptar a elas. Foi, aos 16 anos, que eu descobri o pior lado do ser humano e que eu poderia ser mau de tal forma se eu quisesse, mas o meu valor, que eu descobri aos 16 anos, não deixava. Foi, aos 16 anos, que eu descobri que o ser humano pode ser tão bom e tão grande quanto a medida do seu pensamento. Foi, aos 16 anos, que eu descobri a vida, de tal forma, que eu passei a julgar para não errar e virse-versa, sabendo que, às vezes temos que ter experiências para saber que julgar tudo e todos é tão errado quanto ser mau e egocêntrico.


Foi, aos 16 anos, que eu descobri que as pessoas são muito diferentes. Essa diferença eu já tinha percebido muito antes... mas foi, aos 16 anos, que eu percebi que essa diferença era tão profunda que eu não deveria supor quão grandiosa ela era, mas admirá-la. Foi, aos 16 anos, que eu senti a vida na pele, que eu descobri que a vida (a vida!) era tão boa para mim a medida que eu era bom para os outros, pois, caros leitores, praticar a bondade é um forma de ser feliz, uma forma de viver feliz. Ninguém precisa ser uma Madre Tereza de Calcutá para ser feliz, mas basta ter um coração bom o suficiente para perceber que é feliz quando faz os outros felizes.


Foi, aos 16 anos, que eu descobri que uma mentira pode abrir um abismo entre duas pessoas e que a falta de confiança é muito pior do que muita coisa. Descobri que era muito importante ser confiável assim como era muito importante ser feliz, por ter certeza de que transmitir confiança era diretamente proporcional à minha felicidade. Descobri também que consciência era uma chave para abrir uma porta que todos desejam entrar: [na porta] da felicidade. Foi, aos 16 anos, que eu descobri o que era força de vontade, força da derrota que poderia me guiar para vitórias, muitas vitórias.

Foi, aos 16 anos, que eu descobri que era melhor ficar sozinho do que ficar acompanhado de pessoas que não me faziam bem, quem não passavam confiança e nem caráter. Descobri, na pele, que existem pessoas tão vazias como um recipente oco sem nenhum conteúdo. Percebi que era melhor ser bom, para ter direito a ser feliz. Descobri que era importante ter auto-crítica para chegar a um importante estágio de bem estar, bem estar interior. Descobri que a melhor forma de viver era se lançar numa ideia de autorreflexão de tal forma que eu pude me conhecer melhor e, portanto, o mundo. O que eu quero dizer, caros leitores, que o seu mundo que trás a felicidade é o que você cultivou.

Foi, aos 16 anos, que eu percebi que eu não era um carro, uma casa, um dinheiro, um emprego, status, um império. Eu descobri que eu era um caráter e que eu deveria a toda hora aperceiçoá-lo de tal forma que eu não poderia deixar nada me atingir para me prejudicar. Descobri que existem pessoas que são um carro, que são tão vazias que eu não deveria torná-las um ponto de referência para um coitado adolescente de 16 anos. Descobri que pessoas instáveis são tão maléficas como para elas como para qualquer um.

Descobri que existem muitos defeitos e qualidades numa pessoa só e que ela era, realmente, o que ela alimentasse. Foi, aos 16 anos, que tive a minha primeira noção verdadeira de mundo: que eu não estava sozinho, que eu tinha uma família (e que família!) e amigos (e que amigos, viu?!) que poderiam me fazer tão feliz quanto eu para eles.

Porque foi, aos 16 anos, que eu descobri que não deveria esperar por ninguém para seguir em frente, que eu deveria ter sempre os meus motivos. Porque foi, aos 16 anos, que eu descobri o que era mudança constante, mas que sempre essas mudanças só me firmavam e são elas que estão me induzindo a me descobrir, a me encontrar, a me reencontrar.


Porque foi, aos 16 anos, que...

Abraços do Toim :)

Mudança

domingo, 24 de outubro de 2010



Por mais que nós façamos a mudança, por mais que a gente não queira ela, a mudança é necessária. Mudar é mais que inerente, é uma necessidade para uma "evolução". Vou finalizar uma parte de minha vida: o colegial. Dar adeus à hora do recreio, aos amigos verdadeiros que eu fiz e que não virei mais, dar adeus aos mestres que me ensinaram como ser humano e por se esforçarem para preparar tanta gente para um vestibular obscuro, que causa tanta ansiedade e incertezas. Bem, a mudança é um ato de coragem, de esperteza, de mutação.

Mudar pressupõe na transformação, em uma alteração de estado, modelo ou situação anterior por razões inesperadas e/ou incontroláveis ou por razões planejadas e premeditadas. Se dependesse de mim, essa mudança não ocorreria. Ficar ao lado de tanta gente querida, tanta gente que me faz feliz por me fazerem companhia ou por me entenderem, por me matarem de tanto rir e etc. Mudar envolve a capacidade de compreensão de transformação, ou seja, uma mudança só pode ser benéfica se as pessoas estarem sensibilizadas por ela.

Viver em uma mutação é uma questão de sobrevivência e uma maneira de visualizar melhor o futuro. Já pensou se nós ficássemos só na escola e nunca chegássemos na faculdade? Mudar de ambiente e conhecer pessoas novas é necessário e tomo isso como um ato de consciência na cabeça para aceitar essa mudança e seguir em frente. Existe um mundo que está terminando e outro que está começando e, as pessoas, naturalmente, tendem a encarar a nova realidade na defensiva. Já pensou se nossa vida fosse um caminho linear, sem altos e baixos? Não teria graça, sem dúvidas. Por isso que a mudança é necessária. Viver com parábolas que vão da maior das felicidade até a mais profunda tristeza é o que há. Viver sem sentir mutável é uma tarefa árdua e desgastante. Mudar é necessário. Mudar para a felicidade é necessário.

A seguir, uma foto com as pessoas que estão fazendo dessa minha mudança uma coisa quase inaceitável. rs


Abraços do Toim :)

Saudade

domingo, 18 de julho de 2010


Me tenho como refém de um sentimento tosco: nostalgia. Aquela saudade de sua terrinha, de sua mãe, pai, avós e claro, dos amigos que moram lá. Fico simplesmente realizado quanto estou por lá :)

Mas, antes de tudo, eu quero me desculpar por não postar desde O ANO PASSADO KKK. Estava sem total paciência pra parar para pensar no que postar. Mas agora em que tenho uma forte motivação para postar, vou finalmente atualizar esse blog que não recebe uma ideia nova desde 2009. Agora, vamos ao post...

Quando eu estava folheando as páginas de meu livro de português, vi um texto dizendo que o termo 'saudade' é a 7ª palavra mais difícil de se traduzir de todas as outras línguas do mundo. O texto mostrava também que essa expressão só existe no nosso querido Português. Bom, sabemos agora o porquê de nosso sentimentalismo, do nosso temperamentalismo todo quando temos sentimentos fortes dentro da gente, ao contrários de todos os outros povos, que são pessoas nem tão alegres assim e que, às vezes, chegam a ser frias. Por isso, caros leitores, sintam orgulho de serem brasileiros, mesmo que o nosso maior orgulho (o futebol) for vergonhoso.

Eu, literalmente, não me encaixo no perfil do brasileiro feito pela mídia: Não tô nem aí pro futebol, não sou temperamental (muito pelo contrário), não gosto de samba e nem do carnaval... Tem muita gente que se encaixa nesse meu comportamento. Mas a essência do brasileiro sempre temos, com todos ou com as pessoas mais próximas: somos extrovertidos, alegres, simpáticos, criativos e etc e tal. E, principalmente, sentimos muita, mas muita saudade de todos aqueles que amamos. A saudade é um sentimento natural que apenas o brasileiro sabe expressar, que apenas o brasileiro sabe reduzí-la em uma palavra. Os outros mortais dizem saudade como "um sentimento que você sente quando alguém querido está longe".

Somos todos reféns dela. Tem gente que sente pouca, outros sentem muita. Como eu.

"Todo mundo pode superar uma dor, exceto quem a sente." (William Shakespeare)

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Abraços do Toim!

Tédio

sábado, 27 de fevereiro de 2010



Estava revirando as comunidades que eu participo no orkut e senti uma vontade muito forte de escrever. Primeiro porque um tédio arrepiante me subiu à cabeça. Segundo, eu acabei de ficar só em casa (amo ficar só em casa, acho que penso e fico melhor assim). Então, vamos ao trabalho!

Eu queria postar hoje sobre um tema muito vivente na minha vida: O Tédio que um adolescente sente todos os dias. Quando vem é avassalador, não é? :D Eu mesmo não aguento ficar sem fazer nada. Uma simples televisão ou internet não me contentam, tenho que fazer algo interessante. Uma dessas atividades é escrever e como dizia Clarice Lispector: "Escrevo como se fosse para salvar a vida de alguém. Provavelmente a minha própria vida." Um adolescente é muito complexo. Nós não ligamos para noções e falamos o que bem entendemos. Minha mãe, meu pai, meus irmãos não me entendem, só lamento por eles... Nós precisamos que ser entendidos à medida que vamos nos desenvolvendo mentalmente. Eu, por exemplo, não gosto de muitas pessoas e de festas tumultuadas. Prefiro ficar em casa: estudando, lendo revistas legais e outras coisas interessantes do que ver gente. Ninguém me entende o motivo de eu ser assim, dessa forma. Acham que sou emo, excluído, esquisito e etc e tals.

Isso é revoltante. Você não é entendido e acabam tomando bruscas conclusões de você. Falta estímulo para, também, compreender essas pessoas que nos falam.

A nossa cabeça fica totalmente modificada: a todo momento estamos criticando, tomando conclusões (mesmo que sendo precipitadas), mudando nossas formas de pensar sobre tudo todos os dias e por aí vai. Só mesmo Freud para entender um adolescente. Mas, de tudo, vivemos sempre na ânsia de ser feliz e procuramos todos os dias a felicidade, onde quer que esteja. Ah, e que adolescência, hein! Quando deixar de ser um, vou sentir muitíssimas saudades eternas :) Adolescência: a etapa da vida onde se descobre verdadeiramente a própria vida.

Tédio, tédio, tédio... o pensamento e sentimento número um do adolescente. Do revolucionário adolescente. Viva ao tédio!

Abraços do Toim (:

Voltei!

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010



Enfim, voltei! Depois das férias que dei ao blog e a mim mesmo, voltei. Primeiramente peço desculpas a todos por "deixar pra lá" o Blog do Toim. Saí de férias e não pude atualizar meu blog por questões óbvias e tolas (não tinha computador na casa onde passo férias). Bem, voltei à rotina, aos estudos, à vida normal e voltei a escrever! Gosto 'quisó' de escrever, não sei se vocês notaram. :D

Bom, pra começar quero dizer como foram minha "folga" no interiorzão: começei as férias mal-humarado por que meu aparelho tinha atrasado três semanas e não gosto que me façam de besta, ham! --' Viajei só pro natal e ano novo. Agora vi que o natal não é lá essas coisas: eu estava doido pra comer o peru e os salgadinhos que tavam na mesa, mas não pude. Eu tinha que esperar até meia-noite. Fiquei puto. Tava com muita fome e passei mais de quatro horas com ela e olhando para as caras do povo. Depois, me infartei e fiquei satisfeito. Me introsei e fui pra festa. Como diz minha mãe, me engracei pra uma menina, fiquei com ela (era linda!) e fui deixar a menina em casa. Teve um natal melhor que esse na minha vida, cara? KKK


Aí no ano novo, os meus familiares inventaram uma história de amigo secreto. Eu confesso que tava interessado pra ir. Afinal, presentes são sempre bem-vindos KKK. Nesse intervalo de tempo: todos trocando presentes, rindo, se divertindo e nada de alguém ter me tirado e me dar o meu presente. Todos já tinham sido sorteados, menos eu. Novamente fiquei puto. Tinha levado presente e tudo, mas não fui sorteado. Mas tudo bem, pelo o menos estava com a minha família. Desci pra um festa de forró. Fiquei nem 15 minutos. Fui pra casa e fiz minha própria festa. Botei um CD de rock nas alturas e, claro, me certifiquei se algum vizinho tava escutando. Afinal, eram três horas da noite. Foi o meu melhor ano novo, mesmo sem presente de amigo secreto LoL.

Bem, por enquanto eu só vou escrever isso.

Abraços do Toim! (:

Jesus

domingo, 20 de dezembro de 2009


Ele foi sem dúvidas o homem mais influente que já pisou no planeta. Há muitas controvérsias sobre esse personagem da história: alguns afirmam que Ele era Deus em forma de gente, outros dizem que foi o Messias, outros dizem que ele foi apenas um profeta e alguns tentam indicar Jesus Cristo como um ser visionário que sabia o que fazer para se tornar a pessoa que foi e é. Sem dúvidas, ninguém se tornou tão famoso e polêmico como Ele. Não há quem nunca tinha ouvido falar sobre Jesus em qualquer lugar do mundo.

Ele ultrapassou mais de dois milênios sem perder sua fama e prestígio de O Grande Salvador ou O Filho de Deus Vivo. Milhões de Igrejas foram criadas em sua honra e seu contingente de cristãos chega a 2 bilhões de fiéis, ou seja, quase um terço do planeta. O cristianismo leva ele como "a cabeça" da instituição e idealizador.

Mas como um ser chegou a tanto? Como Jesus conseguiu tudo isso: ser lembrado por tanto tempo como um milagreiro e etc e tals? Estas são perguntas para passarmos horas pensando a respeito. Realmente, Jesus é uma figura muito complexa na vida da gente. Venhamos e convenhamos que Cristo representa uma fonte de ensinamentos e de salvação para uns e de algo a ser combatido por outros. Filósofos, fiéis de outras religiões tentam combater o cristianismo e a memória cada vez mais viva de Jesus, mas nenhum conseguiu.



Há perguntas que a gente poderia filosofar legal aqui sobre Ele. Mas, vamos parar de falar sobre esse tema filosófico para discutir sobre a análise história de Jesus. A quase metade do livro mais famoso do mundo, a Bíblia, possue um livro dedicado a Ele. O novo Testamento fala da vinda, vida e morte de Cristo. A Igreja que ele teria mandado fundar era considerada seita inicialmente.Como os primeiros cristãos foram tão firmes e fortes ao defender esse grande homem? Alguns chegaram a ser comidos por leões e tudo mais. Ele fez até um imperador vencer uma batalha importante, que depois tornou o mesmo cristão...

Essa é um tema pouco debatido, mas muito polêmico e cheio, muito cheio de perguntas sem respostas. Mas, como se diz por aí, temos que apontar para a fé e crer nela. E então, caro leitor, depois de ter lido à minha postagem, como você caracteriza Jesus Cristo?

ps. Às vezes tenho ataques de filosofia. HAHA

Abs. do Toim :)

Charme

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009



É nada mais que a essência dos gestos. Dizem que as pessoas que a detém já nascem com ela e não, como se imagina, adquire em vida. Mas outras são contra por acharem que o charme é desenvolvido na experiência diária. Bem, não vim aqui para definir charme e sim dar dicas que, com certeza, serviram para as pessoas se impressionarem com você, atravez de sua elegância. Já que as mulheres são mais sensíveis e tendem ao charme mais facilmente que os homens, eu vou dar dicas aos "brother's" para serem caras charmosos, assim como eu. -HAHA, soonha! Se você for mulher, tende se basear nas dicas seguintes:

Seja simpático e carismático. Nunca fale palavrões e grosserias na frente das pessoas. Seja cavalheiro.Educação é uma das armas. Aja como se fosse um cara tranquilo, mas demonstre agilidade e esperteza.
Use aquelas cantadas de forma inteligente para conquistar sua garota. A inteligência é mais que eficiente nesses casos.
Você deve ir para encontros arrumado (cabelo e roupa principalmente) para chamar atenção. Nunca se esqueça do perfume. Sempre bote um belo sorriso na cara.
Torne-se especial para elas e depois tente conquistá-las sendo natural e, claro, jogando os queixos :D. Mulher sempre gosta dos caras que sabem o que querem.
Tenha uma boa conversa: se relacione com a cultura. Fale bonito, mas não como se fosse um nerd retardado.
Dê sempre um de sábio e fale dos grandes pensadores e seus pensamentos se as meninas forem muito inteligentes. Use esse recurso apenas em encontros reservados com uma única pessoa. Em outros casos, não faça isso, elas vão dizer que você é metido. Realmente, é difícil pra caramba ser charmoso.
Use aquele olhar penetrante. Isso é muito importante, não se esqueça.

Foi fácil dar dicas para homem, por que eu sou homem. Mas, uma coisa é fácil de perceber e dizer: toda pessoa charmosa é carismática, legal, perfumada, se veste bem, fala bem, é inteligente e dentre outros tantos elogios que possue. Ser charmoso dá trabalho. Um dia serei xD. Terminando: nunca se esqueça de que cada pessoa tem O Seu Charme, mas as dicas citadas são geralmente comuns nas pessoas que tem a qualidade. Sendo natural, você será sempre chamoso/ charmosa.

ps. As dicas que citei são apenas dicas, não regras.

Abs. do Toim :)

Viva a ela ou não?

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009


Quem nunca sonhou em fazer absolutamente tudo o que desejasse? Ser ateu ou ter fé, andar nu ou com vestes, ligar o som para incomodar o vizinho ou ficar na sua... Esse é o ideal de uma "Sociedade Alternativa", fazer tudo o que quiser. "Isso é longe de cogitação para pôr em prática", é o que diz os grandes pensadores, que ironizam o ato ideal de uma sociedade qualquer. A base desse tipo de sociedade foi defendida por Raul Seixas por uma música que eu já escutei e gostei muito e é arredondada na seguinte frase: "Faz o que tu queres, há de ser tudo na lei."

No entanto, há uma escassez teórica. Ninguém, até o próprio Raulzito, nunca explicou direito essa tal sociedade. Como seria, como deveria ser, enfim... ocorreu esse erro.Sabe-se, de base plena, que a dupla Raul Seixas e Paulo Coelho foi muito influenciada por Aleister Crowley, um ocultista inglês. Dizem que esse britânico era satânico e que a base da "Sociedade da autonomia" era essa mesma, romper com religião e promover grandes ceitas fechadas dedicadas ao diabo. Papo chato esse, né? :D


Na época do começo da fama de Raul Seixas, isso foi bastante discutido. No governo de Geisel, o cantor foi até torturado por defender essa idéia. Ele contou que tinha levado choque no saco (sim, com essas palavras) e que teve que mentir dizendo que fazia pacto com o diabo e que não sabia de nada sobre essa sociedade que, foi considerada subversiva.

Eu fico imaginando essa tal sociedade. Deve ser muito doido... O povo não segue regras e que tudo o que você faça, estaria na lei. A lei era o que você fazia. É, realmente, isso não daria certo por uma razão simples: o mundo tem que seguir regras para ser "ideal" e mesmo assim, ela não é. Até vejo o motivo de hoje Paulo Coelho ser contra o conceito defendido por ele, no passado. Sabe-se que o "Maluco Beleza" não queria operar algo concreto para a Sociedade Alternativa, por defender a liberdade e isso criaria regras. Ele não queria regras, apenas liberdade pura para fazer o que desse na telha. Seria interessante, muito interessante, mas não algo concretizador que mudasse toda uma sociedade para a perfeição, mas apenas um indivíduo só. Essa transformação individual ocorreu no Raul, que fez dele um homem sonhador e de muita fama por causa do seu estilo único.

Abs. do Toim :)

Sentimentos que fluem

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009


Eu estava lendo Marley e eu de John Grogan na varanda de casa e de repente eu comecei a filosofar seriamente naquilo tudo que eu já tinha passado em toda minha vida. Os sentimentos que dominaram minha cabeça, as coisas das quais me apaixonei (sim, as coisas) e um único ser do qual me apaixonei, meu mais fiél amigo, o Cachorro. Como dizia Leoni, eu ainda encontro a fórmula do amor. Eu vejo o amor como um desencontro inevitável que faz nós sofrermos, mas ao mesmo tempo, claro se for retribuído, nos fazer a pessoa mais feliz do mundo. Mas, o único amor que eu lembrarei até o último dia da minha vida, é o amor de um animal. Isso pode parecer controvérsio, pois eu nunca me senti uma pessoa só, cheia de solidão para compartilhar. Não, muito pelo contrário, eu poucas vezes me senti dessa forma. Eu penso assim como você, eu acho. O amor de um cachorro por seu dono e virse-versa é gigantesco e muito maior que os demais amores que nós vemos por aí. Esse amor mencionado é verdadeiro e se baseia na mais sincera amizade entre "um pai" que cuida do seu "filho" e que o último o retribue em dobro, sem traições e desentendimentos. Olha, fica aqui a dica: nunca abandone seu cachorro, nem que seja brevemente, pois estará magoando o ser que mais tem amor por você e também que o sentimento mais sólido possível.


Outro sentimento que eu já senti muito foi o medo. Quem nunca teve medo, não? Medo de ter medo de: altura, escuro, solidão, de perder alguém importante... São muitos 'sub-sentimentos' que formam um único só. De modo geral, nós passamos de muito obstáculos até aqui, mas quase sempre havia um medo a ser enfrentado frente a frente. Já vencemos muito, mas perdemos também, infelizmente. O que importa verdadeiramente é o que fica com você, a lição de vida, a experiência da mesma que pode ser repassada e tals. Eu tenho muito medo também de pesadelos. Quando tenho um, eu fico pensando nele o dia inteiro. Enfim, são inúmeros medos que eu já vivi e tento à cada dia superá-los. E vamos sempre em direção à longa estrada da vida, onde você anda, anda, anda e nunca chega em lugar nenhum.

Para "tranquilizar" o ambiente animado que sempre gosto de colocar aqui, vamos colocar um vídeo da nossa amada Xuxa (Maria das Graças) fazendo as suas engraçadas propagandas da Monange. Toda vez que eu vejo a comunidade no orkut "Xuxa pensa que Monange é água" eu me mijo de rir. O vídeo que eu vou deixar para vocês verem é bem curto e muito engraçado. Rir é o melhor remédio!



Abs. do Toim :)

Aconteceu comigo durante o ENEM

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009


Imagem retirada do sítio do MEC

Eu fiz o ENEM. No primeiro dia eu não sabia aonde ficava minha sala. Tive que rodar a faculdade inteira, era praticamente fora de cogitação a 'descoberta' da minha sala. Realmente, aquilo tudo estava muito mal organizado. Incrível como um exame tão importante como esse na minha vida e na de milhões de pessoas pelo Brasil foi realizado assim. Enfim, eu tinha encontrado uma boa alma - que era funcionária da faculdade - que me orientou o caminho certo até a sala onde eu iria fazer o exame e tals. Ela ficava no último quarteirão. Era muito longe da entrada até ela. Quando cheguei lá, eu tinha percebido que tinha esquecido a minha identidade no carro do meu irmão. Voltei, peguei o RG apressado (na verdade correndo :D) e retornei à sala. Chegando lá, mostrei o RG, assinei e sentei na cadeira que ficava o mais próximo possível do ar-condicionado.

Quando o sinal tocou, os fiscais entregaram as provas e o gabarito (lembrando que isso tudo tinha sido no primeiro dia). Durante a prova, eu presenciei muita coisa bizarra: a mulher que sentou ao meu lado pensava que estava indo ao picnic (assaltou praticamente a geladeira inteira). Ela levou biscoitos de chocolate, chokito, refrigerante, salgadinhos fandangos, uma espantosa quantidade de balas, iogurte e água. Eu fiquei impressionado com as "necessidades gastronômicas" dela! Outra mulher que sentou de fronte a mim começou a dormir sobre a prova. Quando eu olhei, fiquei abismado... Como uma pessoa comete esse tipo de "crime" contra ela mesma?

Ah, eu tinha me esquecido dos ficais. Eles não paravam de conversar entre si. Eu pedi silêncio (não quis nem saber), mas eles continuaram a conversar olhando para a minha cara! Eu nem dei atenção para aqueles babacas: fiz a minha prova preocupado com o tempo que era curto e terminei faltando cinco minutos para o término. Eu fui o último a terminar aquela abominável prova. Eu ainda recebi uma ameaça de um dos idiotas dos fiscais. Ele queria simplesmente tomar meu gabarito sem o sinal ter tocado. Fiquei muito revoltado com a falta de caráter deles.

O meu segundo dia de prova não foi tão agitado como o primeiro. Tranquilidade é sempre bom para melhorar o meu desempenho vergonhoso em Ciências Humanas. Voltei para minha casa e dormi muito. O fim dramático dessa história terminou bem. Muito bem. :D

Por fim, queria deixar minha revolta por causa do tempo no ENEM. Impossível ter míseras quatro horas para fazer 90 questões e uma hora para fazer uma redação bem feita (que fique claro que meia hora era destinada a marcar o gabarito). Uma verdadeira palhaçada.


Abs. do Toim :)